Páginas

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Governo autoriza programa ‘Tarifa Verde’ na Paraíba


Um dos principais gastos do agricultor familiar, sobretudo neste período de estiagem, é com o consumo de energia elétrica para bombeamento e irrigação da plantação. Nesse sentido, o Governo do Estado autoriza o novo programa ‘Tarifa Verde’, barateando a tarifa de energia elétrica em alguns horários, visando reduzir os custos de produção da agricultura familiar.
O novo programa prevê a mudança, ou instalação de medidor dupla tarifa de energia elétrica possibilitando melhor desempenho e aproveitamento dos recursos e uma melhor qualidade de vida para o pequeno produtor rural.
A regulamentação do setor elétrico (Resolução Normativa ANEEL nº 414, de 09 de setembro de 2010) prevê, para irrigação, tarifas de consumo diferenciadas em função dos horários de utilização ao longo do dia, proporcionando descontos na região Nordeste de 90% para consumidores do Grupo A; e 73% do Grupo B, durante o período das 21h30m às 6h do dia seguinte. Na Paraíba, o consumidor pode optar também por um segundo horário entre as 2h30 às 11h, com os mesmos benefícios de descontos
A ação promove o incentivo para o uso de sistemas de irrigação de maior eficiência na utilização de água e energia elétrica, contribuindo para a preservação dos recursos hídricos, possibilitando melhores resultados financeiros à atividade agrícola familiar.
Para usufruir da ‘Tarifa Verde’, é necessária a instalação do medidor de energia especial de dupla tarifa pelo consumidor interessado, para que possam ser registrados os horários de consumo para enquadramento na respectiva tarifa. Para tanto, o agricultor deve dispor de suprimento hídrico em quantidade e qualidade, além de solos com aptidão para irrigação.
Poderão ter acesso ao Programa, os agricultores(as) irrigantes do Estado que possuírem a Declaração de Aptidão ao PRONAF; dispuserem de suprimento hídrico em quantidade e qualidade e solos aptos para irrigação; sistema de irrigação implantando ou em implantação com eficiência mínima de 80%; e assinar o Termo de Responsabilidade para a conservação e o uso do equipamento a ser instalado na sua área.
A meta é atender 4 mil agricultores familiares que apresentem perfil delineado para este Programa ao longo de três anos de execução, no período de janeiro/2013 – dezembro/2015.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Vejam Vídeos Produzidos pelo Artistas de Nossa Querida Igaracy!!!






Para Ver Clique no Endereço Abaixo


EMPERATRIZ

http://www.youtube.com/watch?v=RQJAtrjkjvs



Para Ver Clique no Endereço Abaixo

Gabriela



Para Ver Clique no Endereço Abaixo

TIETA




Pessoal, vamos valorizar o conhecimento regional, cliquem e veja como nossos jovens são talentosos, pois tenho certeza que todos irão adorar!!!

A Tim de Igaracy, Realmente é uma Dor na Coluna!!!



AQUI EM IGARACY MEUS AMIGOS, A SITUAÇÃO É A SEGUINTE: PROCURA-SE DESESPERADAMENTE POR UM BENDITO SINAL.

MEUS DEUS NÃO AGUENTO MAIS, ONDE ESTÁ ESTE BENDITO OU SERÁ MALDITO, ÉS A QUESTÃO!!!





Mais de 17 mil candidatos se inscreveram para concurso do magistério estadual


O concurso público do magistério, que oferece 2 mil vagas de professor de Educação Básica 3 da redeestadual de ensino, já recebeu 17.523 inscrições. De acordo com o Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), responsável pela realização das provas, a concorrência será divulgada nos próximos dias. O edital com as regras da seleção está disponibilizado no endereço eletrônico http://ibfc.org.br.

O concurso terá provas objetivas e de títulos e será realizado no dia 9 de dezembro nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras. Antes, no dia 3, será publicado o edital de convocação para as provas informando locais e horários. Os classificados serão contratados sob o regime jurídico estatutário, de acordo com o Estatuto do Servidor Público do Estado da Paraíba.

Em cada município, 5% das vagas serão oferecidos a pessoas com deficiência. Para escolas estaduais na cidade de João Pessoa o concurso oferta 302 vagas e para escolas de Campina Grande são oferecidas 157 vagas.

As duas mil vagas estão distribuídas nas seguintes disciplinas:

Língua Portuguesa – 348

Língua Inglesa – 170

Matemática – 400

Arte – 20

História – 216

Geografia – 244

Biologia – 186

Química – 178

Física – 178

Educação Física – 60



Secom-PB

Três professoras do Conde morrem em acidente de carro em CG


Uma colisão entre um caminhão e um veículo de passeio matou três mulheres no KM 151 da BR-230, próximo a casa de show Spazzio, na Avenida Argemiro de Figueiredo. O acidente aconteceu na Alça Sudoeste no início da noite dessa segunda-feira (12). Por ser um local bastante movimentado, os campinenses que passaram na localidade tiveram que ter paciência, pois enfrentaram um grande engarrafamento.

De acordo com o agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Santa Terezinha, Marcelo, o acidente aconteceu após o veículo de marca Renault Sandero de placas MOE 7404 de João Pessoa ao tentar cruzar a rodovia não percebeu que um caminhão de uma empresa de ração de Campina Grande vinha no mesmo sentido e acabaram se chocando lateralmente.



Estavam no carro três mulheres que não sobreviveram a batida e morreram no local. As vítimas são do município do Conde, Litoral Sul da Paraíba. Elas eram sacoleiras e estavam voltando do município de Toritama-PE. O impacto da colisão foi tão grande que uma delas foi lançada para fora do veículo, após algumas capotagens do veículo.



As vítimas foram identificadas como Maria do Socorro Costa Gomes, 47 anos, Raquel Ramos da Silva, 31 anos, e Suênia Patrícia Vanderlei de Lima, 46 anos.


Fonte: PBHOJE com Portal Correio

Cássio apoio marcha de prefeitos em Brasília contra quada do FPM



Cerca de dois mil dos 5.565 prefeitos do País estão reunidos nesta terça-feira no Auditório Petrônio Portela, no Congresso Nacional, em Brasília, em mobilização para sensibilizar a presidente Dilma Rousseff em relação à grave crise financeira  enfrentada pelos municípios brasileiros.
O primeiro ponto da pauta é que, diante da queda de arrecadação do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), motivada pela isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a indústria automobilística e de linha branca, os prefeitos não têm como fechar as contas do ano sem esbarrar na Lei de Responsabilidade Fiscal.
Os prefeitos, então, querem um bônus compensatório para as perdas - como fez o governo Lula em 2008 -, além da sanção presidencial do projeto, já aprovado pela Câmara Federal, que redistribui, de forma mais igualitária, os royalties obtidos com a exploração do petróleo.

 
Vice-presidente da Comissão Mista de Orçamento, o senador Cássio Cunha Lima foi muito aplaudido quando lembrou que a riqueza do pré-sal não pode ser propriedade desse ou daquele estado, mas sim da União e que, como tal, deve ser partilhada com todos os entes federados. “Ir contra o princípio de divisão igualitária dos royalties é estimular uma guerra fraticida entre o Brasil e os brasileiros” – profetizou o senador.


Além disso, os prefeitos nordestinos, mais especialmente aqueles que governam municípios do semiárido, querem, do Governo Federal, a adoção de medidas emergenciais para o enfrentamento da estiagem, que redundou na pior seca dos últimos 50 anos. Citando o tribuno Raymundo Asfora, Cássio voltou a repetir que “O Governo Federal promete como sem falta e falta como sem duvida. E a seca vai destruindo lenta e silenciosamente” – complementou Cássio, com a autoridade de quem já esteve à frente da Sudene, foi prefeito de Campina Grande três vezes e governou a Paraíba por dois mandatos e conhece, como poucos, a penúria e os dramas decorrentes da seca.


Os prefeitos afirmam que esse desequilíbrio, que tantos municípios estão enfrentando, não é fruto exclusivamente da queda da receita. Essa queda é mesmo muito expressiva, mas é preciso considerar também a imposição de novas despesas e o fator estiagem, conforme indica um estudo recente da Confederação Nacional dos Municípios.


Em síntese, de pires na mão, eles querem que o Governo Federal se sensibilize com a crise financeira dos municípios e ajude o final de mandato de uns e o início da gestão de outros prefeitos.  Para ilustrar a falência dos municípios, os prefeitos se articulam para, se não for possível falar com Dilma, serem recebidos em audiência com a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti.

 


Fonte: PBHOJE com Assessoria

Palmeiras tem 99% de chance de cair



Após a derrota de 3 a 2 contra o Fluminense , a situação do Palmeiras noCampeonato Brasileiro ficou ainda mais dramática. Segundo o matemático Tristão Garcia, o alviverde tem 99% de chance de disputar a segunda divisão na próxima temporada.

Faltando apenas três rodadas para o término da competição, a equipe do técnico Gilson Kleina precisa vencer todas as partidas e, de quebra, torcer por tropeços dos adversários diretos na luta contra o rebaixamento.

No Campeonato Brasileiro, o Palmeiras não conquista três triunfos seguidos desde a edição de 2010, quando derrotou o Grêmio Prudente, Flamengo e Internacional. Se o time do Palestra Itália repetir essa sequência positiva, a Portuguesa e o Bahia precisam conquistar três pontos para não serem superados pelo alviverde.

Caso Portuguesa ou Bahia conquistem três pontos, o Palmeiras, além de somar os nove pontos, vai precisar secar o Sport, que está quatro pontos na frente. Nessa situação, a equipe Pernambucana não pode conquistar duas vitórias nos últimos três jogos.

"Não estamos fazendo a nossa parte. Temos que ser realistas. Está complicado (escapar do rebaixamento), mas enquanto tiver gente com 40 pontos e pudermos chegar aos 42, vamos nos apegar nisso", disse Gilson Kleina.

Confira os próximos jogos dos times que lutam contra o rebaixamento:

Palmeiras: Flamengo (fora), Atlético-GO (casa), Santos (fora)

Sport: Botafogo (casa), Fluminense (casa), Náutico (fora)

Bahia: Ponte Preta (casa), Náutico (casa), Atlético-GO (fora)

Portuguesa: Grêmio (casa), Internacional (fora), Ponte Preta (casa)


IG

Municípios penam para fechar o ano com as contas em dia



2012 vai chegar ao fim, para alguns prefeitos, sem deixar saudades. Não apenas para os que não conseguiram se reeleger ou eleger seus candidatos, mas, sobretudo, pelas dificuldades financeiras que os municípios estão enfrentando. Sobretudo para pagar suas contas e encerrar o ano com os índices cumpridos à risca, como reza a Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.

Reportagem publicada no jornal Valor Econômico do último dia 30 traz, em chamada de primeira página e reportagem completa na página A7, um relato dramático da situação da esmagadora maioria dos municípiosbrasileiros que estão sofrendo este ano o que não sofreram nos últimos dez anos.

Na matéria, o Valor Econômico credita esta situação de penúria para pagar salários e quitar as contas à política econômica adotada pelo Governo Federal que, sem que se esperasse, provocou uma drástica redução nos repasses federais, sobretudo no caso do Fundo de Participação dos Municípios – o FPM. E é bom lembrar que a grande maioria das cidades brasileiras depende justamente do FPM para viver.

“É grave a situação dos municípios brasileiros, que tiveram de pagar com perda de receitas parte das medidas fiscais de incentivo à indústria este ano. A presidente Dilma Rousseff colocou o problema no topo da sua agenda pós eleições. Ela determinou ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, que faça um levantamento de toda a situação e encontre uma maneira de resolvê-la”, diz a reportagem, mostrando que o Governo Federal reconhece a culpa e, mais que isso, vai trabalhar para resolver a situação que foi colocada ‘no colo’ dos prefeitos.

A reportagem vai mais além e diz que “os prefeitos, que encerram seus mandatos este ano, estão na iminência de ter as contas desenquadradas das metas impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e correm o risco de serem responsabilizados por isso, com as penalidades previstas na lei que vão de multa a reclusão”.

Segundo dados do Valor Econômico, em setembro as transferências a Estados e municípios tiveram queda de R$ 3,3 bilhões em relação a agosto, totalizando R$ 10,9 bilhões contra R$ 14,2 bilhões, segundo informações divulgadas pelo Tesouro Nacional.

No caso do FPM, para um orçamento original de R$ 60,84 bilhões este ano, a previsão atualmente é de transferências mais modestas, de R$ 56,32 bilhões no ano. “Ao conceder isenções do IPI para a indústria automobilística e preservar os benefícios fiscais para os produtos da linha branca, o governo federal mexeu justamente na base da composição dos fundos de participação dos Estados e dos municípios, que recebem cerca de 49% da receita arrecadada com o IPI e com o Imposto de Renda. O mesmo ocorreu ao zerar a Cide sobre combustíveis em lugar de reajustar o preço dos derivados de petróleo”.

O jornal diz que os Estados também estão com perda de receitas, mas os governadores não estão em fim de mandato e com risco de serem penalizados pela LRF. “Para os Estados, portanto, uma solução pode esperar. Para os prefeitos, o tempo está acabando”, sentencia.

Estes dados mostram que, mais que um discurso político de quem está assumindo os destinos da maioria das cidades brasileiras, vale o reconhecimento de como está a situação das cidades e, o que seria melhor: encontrar, em conjunto, saídas para o problema – neste caso, o Governo Federal está fazendo a sua parte.

Afinal de contas, seja de responsabilidade das medidas econômicas do Governo Federal ou não, quem perde com isso é quem está na ponta da cadeia econômica, ou seja, o cidadão que mora na cidade e que espera, não discursos, mas ações efetivas, de quem está saindo e de quem está entrando, em nome do futuro econômico de sua cidade. Portanto, novos gestores: pouca palavra e mais ação. É isso o que o cidadão espera.


Carlos Magno

Após abandonar condição de suplente, ‘titular’ põe as cartas na mesa e se declara oposição ao Governo RC


Agora com a titularidade nas mãos, o ainda suplente de deputado federal Major Fábio, do DEM, que assume no próximo mês uma cadeira cativa no Congresso Nacional decidiu qual posição vai tomar assim que voltar ao poder – ser oposição ao Governo Ricardo Coutinho (PSB) na Paraíba.

Apesar de pertencer a uma bancada que dá sustentação ao Governo socialista, o Major deixou claro que não vai se curvar a orientação partidária e que seguirá firme com a bancada de oposição pelos próximos dois anos de mandato.

“Sou oposição a esse governo (Ricardo Coutinho) que aí está desde pequenininho. O meu partido é da base desse governo, mas eu não”, avisou.

Fábio ainda colocou as cartas na mesa e mandou um recado severo para os aliados: “Se me quiserem é assim, terão que me aguentar”, disparou.

Sobre uma possível punição por insubordinação as determinações do partido, o futuro parlamentar não demonstrou preocupação alguma e ainda arrematou: “Fique a vontade”.

Entenda

2010

Major Fábio é o primeiro suplente da coligação PSDB/DEM e será alçado a condição de titular após a renúncia do deputado federal Romero Rodrigues (PSDB), que vai deixar o Congresso para assumir a prefeitura de Campina Grande a partir do dia 01 de janeiro de 2013.

2006

Major Fábio se tornou um ícone em defesa da PEC 300, projeto que prevê um piso nacional para policiais e bombeiros de todo o país. A bandeira levantada pelo parlamentar caiu no gosto dos paraibanos que lhe conferiram mais de 70 mil votos nas eleições de 2010. Em 2006, o Major foi eleito terceiro suplente da coligação a que pertenceu e só conseguiu virar titular após inúmeros acontecimentos, entre eles, a renúncia do poeta Ronaldo Cunha Lima, a cassação do deputado Walter Brito Neto e a impossibilidade do segundo suplente Tarcísio Marcelo (PSDB) assumir a vaga na Câmara. Assim, com a vaga em aberto, o major foi a bola da vez e acabou emplacando um mandato federal, mesmo tendo recebido à epoca pouco mais de quatro mil votos.


PB Agora 

ARTICULAÇÕES: irmão de Cássio Cunha Lima já admite sair vice na chapa de Ricardo Coutinho em 2014


Entrevistado do jornalista Luis Torres, no Programa Conexão Arapuan, na noite dessa segunda-feira (12), o vice-prefeito eleito de Campina Grande, Ronaldo Cunha Lima Filho (PSDB), disse que seria uma honra tornar-se candidato a vice-governador da Paraíba, em 2014, ao lado do atual governador, Ricardo Coutinho (PSB). No entanto, explicou que além de ser prematuro tratar do assunto, o que ele deseja é dar respostas aos problemas de Campina Grande.

“Ser vice-governador do Estado seria uma honraria para qualquer político, para qualquer cidadão, acredito eu. Mas acho que é muito cedo, tá muito cedo para tratar do tema. O que eu quero é poder dar as respostas junto com Romero, atendendo às determinações dele, as respostas que vocês meus amigos de Campina Grande merecem, porque vamos ter que trabalhar muito”, ponderou Ronaldo Cunha Lima Filho.

Ronaldo Cunha Lima Filho disse que entende a ansiedade de antecipar os fatos por parte da imprensa, mas que sua preocupação e seu foco agora está totalmente voltado para a administração da Rainha da Borborema. “Poder posso, efetivamente, eu posso e seria uma grande honra, ora, ora ser vice-governador do meu Estado.

" Eu acho que estou na plenitude dos meus direitos. Poderia sim ser candidato, mas é prematuro falar sobre isso. Compreendo os jornalistas com relação a esta ansiedade em antecipar os fatos, mas nós que estamos do outro lado, como gestores, a nossa preocupação é outra, é corresponder às expectativas e dar resposta aos anseios da Cidade”, finalizou.

As condições, hipotéticas, para que Ronaldo Cunha Lima Filho (PSDB) seja candidato a vice-governador, em 2014, ao lado de Ricardo Coutinho (PSB), seria o atual vice-governdor, Rômulo Gouveia (PSD) sair candidato ao senado e a aliança, vitoriosa em 2010 para o Governo do Estado, entre os socialistas e os tucanos, se concretizasse mais uma vez.



Simone Duarte

PB Agora  

Supremo decide: Dirceu e Delúbio vão para a cadeia


O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta segunda-feira (12) que o ex-ministro José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares começarão a cumprir suas penas por participação no mensalão em regime fechado. Os ministros estabeleceram as penas dos dois integrantes do núcleo político do esquema: 10 anos e 10 meses para Dirceu, e 8 anos e 11 meses para Delúbio. Ex-presidente do PT, José Genoino foi condenado a 6 anos e sete meses de reclusão, o que indica regime semiaberto.

O ex-ministro ainda terá de pagar multa de 676 mil reais; Genoino de 468 mil reais; e 325 mil a Delúbio.  


O cálculo das penas ainda pode ser revisto até o fim do julgamento, o que é pouco provável, embora alguns ministros, como Marcos Aurélio Mello, Celso de Melo e Ricardo Lewandowski argumentem que é possível a flexibilização das penas em regime fechado dependendo do perfil do condenado.

O trio petista havia sido condenado por corrupção ativa (que, pela lei, tem pena de 2 a 12 anos) e formação de quadrilha (pena de 1 a 3 anos). Nos três casos, a corte endureceu o castigo devido à gravidade dos delitos praticados e a duração do esquema de compra de apoio político no Congresso. Para Dirceu, foi aplicado ainda outro agravante: o petista ocupava um posto de liderança na organização criminosa.

Por terem sido sentenciados a mais de oito anos de prisão, Dirceu e Delúbio cumprirão a pena inicialmente em regime fechado - o que significa detenção em tempo integral, em um presídio. Genoino terá de pagar por seus crimes em regime semiaberto. Com isso, o petista deve ser encaminhado a uma colônia agrícola, onde terá de trabalhar. Os três réus poderão ser beneficiados com a progressão de regime quando tiverem ultrapassado o cumprimento de um sexto da pena.

Gravidade - Assim como fizeram ao julgar as acusações contra o trio, os ministros enfatizaram nesta segunda-feira a gravidade dos crimes cometidos pelo núcleo político do mensalão, que operou, durante o governo Lula, um complexo esquema de pagamento de propina a parlamentares de quatro partidos: PL (atual PR), PTB, PP e PMDB.

O relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, foi incisivo ao tratar da atuação de José Dirceu: "O crime de corrupção ativa tal com praticado tem por consequência uma lesão gravíssima à democracia, que se caracteriza exatamente pelo diálogo entre opiniões divergentes dos representantes eleitos pelo povo. Foi esse diálogo e essa pluralidade que o réu quis suprimir, por meio do pagamento de vultosas quantias em espécie a líderes e presidentes de diversas agremiações partidárias".

O relator também definiu de forma clara a atuação de Genoino no esquema: "Ele, na condição de presidente de um partido político importante, recém ganhador das eleições presidenciais em nosso pais, ocupou-se diretamente das negociações de valores com os parlamentares em troca do apoio dos correligionários desses parlamentares aos projetos de interesse do PT na Câmara dos Deputados". Embora ocupasse, na época, um cargo superior ao de Delúbio Soares, Genoino foi condenado a uma pena menor porque foi considerado culpado pelo pagamento de propina a cinco deputados - e não nove, como o tesoureiro e José Dirceu.

O ministro revisor, Ricardo Lewandowski, não participou da definição das penas para Dirceu e Genoino porque havia votado pela absolvição da dupla. No caso de Delúbio, que o revisor condenou por corrupção ativa, Lewandowski concordou com a maioria: “O réu valeu-se de sua posição estratégica da agremiação política para, conjuntamente com os demais denunciados, especialmente Marcos Valério, Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, praticar crimes contra a administração pública e contra a própria sociedade”.

Briga - Ricardo Lewandowski chegou a retirar-se do plenário após uma áspera discussão com  Joaquim Barbosa. Lewandowski não aceitou o que chamou de "surpresa" do colega, que trouxe para votação a definição das penas do núcleo político do mensalão - e não do núcleo financeiro, como se esperava. "A surpresa que está havendo é a lentidão ao proferir os votos, esse joguinho", disse Joaquim, criticando frontalmente o revisor. Lewandowski respondeu: "Eu considero isso algo muito grave. O ministro Joaquim Barbosa está me imputando a obstrução do julgamento. Eu exijo uma retratação".

Como a retratação não veio, o revisor se levantou da cadeira: "Então eu me retiro do plenário". Lewandowski já não participaria dessa etapa do julgamento porque votara pela absolvição de Dirceu. Os advogados dos réus do núcleo político não estavam presentes em plenário porque também não previam a inclusão do tema em pauta nesta segunda-feira. Joaquim Barbosa se explicou: "Escolhi começar com o núcleo politico porque é pequeno. São apenas seis penas. Superado esse núcleo, andaremos bem rápido". 

Nos bastidores, duas questões pesaram para a mudança no calendário de Barbosa: a aposentadoria do presidente da corte, Carlos Ayres Britto - que será substituído pelo próprio Barbosa -, no final desta semana, e um eventual movimento da corte para abrandar as penas ao longo da chamada fase da dosimetria. Por essa lógica, se o núcleo político ficasse por último, políticos que participaram da montagem - e se beneficiaram - do esquema poderiam ser beneficiados no final com penas mais leves. 

Depois do intervalo, que durou uma hora e quinze minutos e teve uma conversa entre Britto e Lewandowski, o revisor retornou ao plenário e deu-se por satisfeito com os elogios feitos pelo presidente da corte.

Kátia Rabelo - Também na sessão desta segunda-feira, o STF estabeleceu uma pena de 16 anos e 8 meses de prisão para Kátia Rabello, presidente do Banco Rural na época do escândalo. Ela  terá de devolver os bens adquiridos com o fruto do crime e ficará impedida de ocupar cargos públicos. Kátia havia sido condenada por lavagem de dinheiro, evasão de divisas, formação de quadrilha e gestão fraudulenta. O Banco Rural abasteceu, por meio de empréstimos fraudulentos, o esquema financeiro comandado pelo PT e operado pelo publicitário Marcos Valério.


Fonte: Revista Veja

Genival anuncia recurso pra se manter na AL e já confirma candidatura em 2014



Prestes a perder o mandato após decisão do TSE que deverá sugerir recontagem de votos na Assembléia Legislativa da Paraíba, o deputado estadual Genival Matias, presidente do PT do B paraibano, tem encarado o processo com extrema tranqüilidade. Em conversa exclusiva com o blog, ele declarou que se tiver que deixar o mandato não terá problemas em voltar na eleição de 2014.

 “Sempre me preparei para o caso de um insucesso jurídico. Em 2014, a gente volta ainda mais forte porque construímos ao longo desses anos, e nestas eleições municipais, uma base forte”, declarou Genival, que deve abrir espaço pra Carlos Dunga (PTB). O deputado lembrou que fez dez prefeitos e dezenas de vereadores, dois deles em João Pessoa.

“Em 2010, eu estava estreando e tive que compor uma coligação. Hoje o PT do B cresceu e temos uma base diferenciada” completou. Apesar da conformação diante da perda iminente do mandato, Genival Matias disse que não desistiu juridicamente de lutar. Ele anunciou que seus advogados vão entrar com embargos declaratórios contra decisão do TSE. E acusou o ministro Arnaldo Versiani, relator da matéria, de “atropelar” o rito processual ao julgar o caso.

“Vi uma vontade própria do ministro em me prejudicar ao não respeitar o rito declarado em lei e no regimento do próprio TSE. Vamos recorrer”, declarou, na esperança de melhores resultados. “Versiani deixou o TSE”, lembrou.

Genival foi atingido após o Tribunal deferir o registro de candidatura de Bado, Oswaldo Venâncio, candidato derrotado nas eleições de 2010. Com a validação dos votos de Bado e aa recontagem dos votos houve alteração no coeficiente eleitoral e, por conseqüência, na composição da Assembléia. Teoricamente, Genival cai e Carlos Dunga entra.

Luís Tôrres

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

RC garante a Romero ajuda ao São João e ao mutirão da ´limpeza´ em CG



A prefeitura de Campina Grande e o governo do Estado voltarão a andar juntos. É o que se deduz da audiência entre o prefeito eleito Romero Rodrigues (PSDB) com o vice-prefeito Ronaldo Cunha Lima Filho (PSDB) e o governador Ricardo Coutinho (PSB) na manhã desta segunda.
 
O governador se comprometeu a fechar e consolidar diversas parcerias com a nova gestão em Campina Grande. Além das obras que estão em execução, assegurou promessa de recursos para o São João e, de forma emergencial, a garantia da estrutura do Estado para o “mutirão da limpeza” que a nova gestão de Campina quer fazer já nos primeiros dias de 2013.
 
Pra acentuar o valor das novas parcerias, o governador revelou aos novos gestores de Campina algo que os deixou perplexos. Segundo ele, a atual gestão simplesmente recusava aceitar ajuda e ações do governo do Estado. Até para o Maior São João do Mundo. “Recursos para divulgação no Brasil e até no exterior foram recusados”, disse Ronaldo Cunha Lima Filho após ouvir o governador.
 
O prefeito e vice-prefeito eleitos de Campina também ficaram chocados com o fato de que transporte escolar da prefeitura deixava de pegar alunos da rede pública estadual simplesmente por eles estudarem em escolas do Estado.
 
“Isso vai mudar”, garantiu Romero, que também se comprometeu em retribuir as parcerias do governo.
 
Luís Tôrres

PF divulga nomes dos policiais presos na Operação Squadre


Subiu para 40 o número de presos na Operação Squadre, desencadeada na última sexta-feira pela Polícia Federal (PF) e Ministério Público da Paraíba. Ontem, se apresentou à polícia o gerente da empresa Fator, que fazia segurança privada clandestina e era comandada pelo major da Polícia Militar, Gutenberg Nascimento e seu irmão Neubon Nascimento. O superintendente da PF, Marcello Diniz Cordeiro, informou que a milícia fazia segurança para grandes empresas e rede de supermercados e que os empresários serão ouvidos para esclarecimentos. Faltam cumprir cinco mandados de prisão. Ontem, a PF divulgou os nomes alguns presos na operação.       

Segundo Marcello, os alvos principais da operação foram presos e até ontem nenhum havia sido liberado. O prazo das prisões provisórias termina esta semana, porém o delegado da PF, Milton Neves, responsável pela investigação, pode pedir prorrogação para mais cinco dias (30 presos estão nessa situação). Ao todo, são 24 policiais militares e civis presos. “Faltam cinco pessoas se apresentarem, um cabo da Polícia Militar e quatro da Polícia Civil, envolvidas nas milícias que praticavam extorsão e ofereciam segurança clandestina. Do grupo de extermínio estão todos presos”, informou.

A operação Squadre desarticulou um grupo de extermínio que atuava na capital e em municípios da Grande João Pessoa. Integravam o grupo o subtenente da Polícia Militar Olinaldo Vitório Max, o sargento Erivaldo Batista – respondeu judicialmente por seis homicídios e foi inocentado pelo júri – e o cabo Vítor Padro Freire.

 1) Extermínio
Grupo matava em troca de algum tipo de favor, dinheiro ou alguma coisa que os compensassem de alguma maneira. O valor dependia da situação, mas havia também troca de favores. O grupo é suspeito da morte de “Betinho”, ex-presidiário que era procurado pela polícia e do cabo da PM, A. Santos. Todos estão presos preventivamente (mínimo 30 dias). Um deles, inclusive, tinha participação na venda ilegal de medicamentos. Os integrantes presidiários do PB-1 informavam os alvos a serem eliminados aos integrantes soltos.
Fazem parte:  
Ismael Porto do Nascimento (conhecido como Domel presidiário considerado de alta periculosidade);
Leonardo José Soares da Silva (presidiário conhecido como Leo)
Ednaldo Silva dos Santos (presidiário conhecido como Naldinho que tem estreita ligação com Vítor)
Andrilson Luiz de Lima
José Rodrigues da Silva (conhecido como Museu, agente da Polícia Civil)
Vítor Prado Freire (cabo da PM conhecido como Cabelo. Ameaçou o secretário de Segurança Cláudio Lima)
Elinaldo Vitório Max (subtenente da PM)

Erivaldo Batista (sargento da PM, já respondeu por seis homicídios e foi inocentado pelo júri. A PF vai investigar ligação do grupo com o júri).

 2) Segurança privada

Grupo mantinha a empresa Fator, que é legalizada na Polícia Federal, mas usava civis armados e sem preparação para fazer a segurança de empresas e estabelecimentos comerciais. O grupo também tem envolvimento com a compra e venda de armas e munições, prática comum nas três milícias.

Fazem parte:
Gutenberg Nascimento (major da PM)
Neubon de Lima Nascimento (capitão da PM e irmão de major Gutenberg)
Jackson Barreto dos Santos (sargento)
Josinaldo (gerente da empresa Fator)


Fonte: PBHOJE com Assessoria da PF

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Polícia Federal prende um delegado da PC, oficiais da PM e um agente penitenciário envolvidos com grupo de extermínio na Paraíba




Um delegado da Polícia Civil, oficiais da Polícia Militar e um agente penitenciário já se encontram presos na sede da Polícia Federal, na cidade de Cabedelo. Eles foram detidos na manhã desta sexta-feira (9) durante a Operação Squadre, deflagrada pela PF, para cumprimento de 75 mandatos judiciais, entre prisões, conduções coercitivas e busca e apreensão. Os nomes dos presos ainda não foram divulgados pela PF que concederá entrevista coletiva às 9h30min na sede do órgão, no bairro de intermares, em Cabedelo. Cerca de 400 policiais federais estão dando cumprimento a operação.
A Operação tem o objetivo de desarticular grupos de milicianos, compostos por integrantes de forças policiais locais e particulares, que atuavam em todo o estado, realizando segurança privada clandestina com emprego de mão de obra não-habilitada, despreparada e portando armamentos ilegalmente. Durante a investigação constatou-se, ainda, a prática de diversos crimes, dentre os quais o de tráfico ilícito de armas, lavagem de dinheiro, extorsão, corrupção e o a atuação de um grupo de extermínio.
Entre os presos na Operação estão integrantes de três diferentes milícias. A primeira é composta de policiais militares, policiais civis, um agente penitenciário e particulares, que atuavam como "grupo de extermínio", principalmente na região metropolitana de João Pessoa. As vítimas eram em geral presos e ex-presidiários, executados em razão de "acertos de contas". O outro grupo era comandado por oficiais da Polícia Militar e realizava segurança privada clandestina, bem como comércio ilegal de armas e munições, usando para isso uma empresa em nome de "laranjas". 

As vítimas eram em geral presos e ex-presidiários, executados em razão de "acertos de contas". O outro grupo era comandado por oficiais da Polícia Militar e realizava segurança privada clandestina, bem como comércio ilegal de armas e munições, usando para isso uma empresa em nome de "laranjas". 
O grupo criminoso, que contava também com o apoio de um delegado da Polícia Civil da Paraíba, é investigado, ainda, pela prática de crimes financeiros e lavagem de dinheiro. Outro grupo de milicianos é formada por policiais civis, policiais militares e um agente penitenciário, que atuava extorquindo traficantes de drogas, assaltantes de banco e outros criminosos. os três grupos criminosos estão interligados pelo tráfico ilegal de armas e munições.
A investigação, coordenada pela Polícia Federal com apoio do Ministério Público Estadual e da Secretaria de Segurança e Defesa Social da Paraíba, começou há cerca de um ano e sua execução contou com a participação do COT (Comando de Operações Táticas da Polícia Federal) e dos GPIs (Grupos de Pronta Intervenção da Polícia Federal) de diversos estados.

Ricardo Pereira

A Luta do PEN contra o Mal



Quem ainda guardava certa dúvida, pode desistir. Maior bancada na Assembléia Legislativa, o PEN é uma realidade nacional, tendo a Paraíba com desempenho acima da média. É o que garante o presidente nacional da legenda, Adilson Barroso, que esteve em João Pessoa, reunindo lideranças da legenda no Estado.

No planejamento nacional pra 2014, o partido quer lançar um candidato a presidente da República, eleger 25 deputados federais e, no mínimo, três senadores da República. Um deles, quem sabe, saindo da própria Paraíba, a exemplo do presidente da legenda no Estado e presidente da Assembléia Legislativa, Ricardo Marcelo. Pra Paraíba, segundo Marcelo, as previsões podem incluir um candidato a governador, "desde que o partido trabalhe a partir de agora".

Se a visão do PEN para o futuro é otimista, o presente do partido é promissor. O partido ganhou hoje mais um deputado, Wilson Braga, que deixa o recém criado PSD para se filiar ao Partido Ecológico Nacional.

Com uma bancada de dez deputados estaduais, o que dificulta até na hora de tirar foto, o único desafio do PEN não está no tamanho, mas na unidade. Parlamentares governistas, oposicionista e até “muristas” transitam na legenda que terá, a partir de agora, um líder como Zé Aldemir, um parmentar que tem a cara do PEN já que próprio perfil político é difícil de classificar.

Da Direção Nacional, o partido recebeu aval de decidir livremente. Nas mãos de Ricardo Marcelo, caberá, então, fazer com que o tamanho do PEN não se envergue diante das diferenças de seus integrantes. Ou da desfiliação dos desgostosos, já que a legenda pode, por ser nova, servir de trampolim para os parlamentares irem pra outro partido.

Chegar a um consenso político no PEN da Paraíba, em que as lideranças possam colocar em práticas seus projetos individuais sem atrapalhar o projeto coletivo da legenda, é uma tarefa pra quem tem muito traquejo político. Característica que parece sobrar em Marcelo. Que prometeu começar a partir da próxima semana colocar o PEN num só caminho, numa só direção.

Luís Tôrres

Ricardo Coutinho e presidente do BNDES autorizam investimentos de R$ 550 milhões para a Paraíba



A Paraíba assegurou R$ 550 milhões para investimentos em rodovias, saneamento, habitação, infraestrutura hídrica e segurança. Nesta sexta-feira (9), o governador Ricardo Coutinho e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho assinaram o BNDES Estado, que prevê financiamento de R$ 500 milhões, mais uma contrapartida do Estado de R$ 50 milhões.

A assinatura aconteceu no Hotel De Ville, em Salvador, pouco antes de a presidente Dilma Rousseff abrir a 16ª reunião extraordinária do Conselho Deliberativo da Sudene, com a presença dos governadores do Nordeste e de Minas Gerais. Com o financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento, a Paraíba irá investir R$ 221 milhões em estradas, incluindo o Anel Viário do Cariri e a Rodovia da Integração; R$ 92 milhões em saneamento; R$ 85 milhões na melhoria da infraestrutura dos municípios, R$ 46 milhões em segurança, R$ 34 milhões em construção de casas, R$ 33 milhões na saúde, R$ 18,5 milhões em obras de infraestrutura hídrica.

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, destacou o empenho da Paraíba para agilizar o financiamento do BNDES Estado e também para obter mais R$ 689 milhões em crédito dentro do Proinveste (Programa de Apoio ao Investimento dos Estados). Ele adiantou que o governo da Paraíba e o banco devem assinar o Proinveste nas próximas semanas e orientou o governo a iniciar as licitações das obras para agilizar as liberações dos recursos.

O governador Ricardo Coutinho destacou que somente estes dois programas em parceria com o BNDES asseguram R$ 1,2 bilhão para o Estado tocar obras importantes como o Anel Viário do Cariri, a rodovia da Integração, o hospital metropolitano de Santa Rita, a construção de sistemas de abastecimento em 20 municípios, habitações e vários sistemas adutores que vão levar água para as populações do Cariri, Brejo, Borborema e Sertão.

Ricardo ressaltou a importância de obter essa garantia para tocar obras estruturantes e que para o Estado o desafio maior é fazer uma gestão ágil e eficiente para transformar esse grande volume de recursos em obras que beneficiem as populações de todas as regiões do Estado.

O diretor de infraestrutura social do BNDES, Guilherme Lacerda, e o secretário executivo do PAC na Paraíba, Ricardo Barbosa, também participaram da assinatura do BNDES Estado. Ao final da reunião, ficou definido que a diretoria do banco estará na Paraíba para tratar com o governo dos projetos e da aplicação dos recursos.


Secom PB